terça-feira, 17 de novembro de 2009

Retomamos as boas vendas? Autopeças: nacionalizar, eis a questão

Por DAN BANA

Pelo que tudo indica, teremos bons ventos na Indústria para 2010. Como boa parte da Indústria acabou empatando ao invés de perder durante a crise, os investimentos ficaram acumulados para esse segundo semestre de 2009 e para o ano de 2010.

Com a indústria retomando os investimentos nas suas plantas indústriais, os fornecedores terão muito trabalho pra atender a demanda “não suprida” acumulada. Tudo indica que quem soube se preparar, arrumar a casa durante a crise, terá grandes resultados para 2010.

Bosch pretende nacionalizar produtos:

Com o poder de fogo do acréscimo de R$ 140 milhões anuais em compras locais, a Robert Bosch América Latina abriu as conversações com seus fornecedores brasileiros de autopeças e de matérias-primas rumo ao plano de nacionalização de seus itens importados.

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Indústria inicia recuperação da crise no começo de 2010

A produção industrial brasileira pode retomar o ritmo pré-crise no início do ano que vem. Segundo o IEDI, a recuperação do setor pode ter mudado de patamar com o crescimento de 3,3% da indústria paulista em outubro. Se o indicador for confirmado, significa que a recuperação também se estendeu para o restante da indústria no País.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

NX 7 - Produtividade para Desenvolvimento de Produto

 

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A economia global desafia sua empresa a conquistar uma maior eficiência e ter menos custos no desenvolvimento de produtos. O NX 7 ajuda a superar esse desafio com soluções melhores para projeto, engenharia e manufatura, ajudando a otimizar processos, melhorar a produtividade e aumentar a capacidade de inovação.

Leia o Press Release do NX 7

Produtividade do Projeto : Inovar mais com menos

O NX 7 oferece a força, a flexibilidade e a tecnologia inovadora para aumentar drasticamente a produtividade do projeto. Com grandes melhorias da Tecnologia Síncrona, você pode modelar e modificar os desenhos com mais rapidez e trabalhar com dados de outros sistemas CAD com facilidade e eficiência nunca vistas antes. Os recursos multi-CAD do NX 7 melhoram a colaboração e simplificam a interação com um número grande de equipes de projeto e cadeias de suprimento.

Seu Painel de Desenvolvimento de Produtos

O NX 7 apresenta o HD3D, uma forma visual inovadora para alavancar a definição de produto inteira e facilitar a tomada de decisão.

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Simulação e Produtividade da Manufatura: Processo Enxuto

Com integração total e transferência de dados contínua desde o projeto até a simulação e a manufatura, o NX o ajuda a economizar tempo e melhorar a eficiência do processo de CAE e CAM.

As equipes de análise de engenharia podem usar as ferramentas de modelagem avançada do NX para preparar modelos de simulação em minutos, e não mais em dias ou semanas, permitindo que você avalie os resultados da simulação com mais rapidez e conquiste iterações mais rápidas entre projeto e análise. O resultado é um processo sincronizado, sem gargalos, que oferece ganhos de produtividade de 30% a 100%, ajudando você a ter uma simulação oportuna e precisa para melhorar a qualidade e o desempenho do produto.

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Produtividade Industrial

Com o NX 7, sua equipe de manufatura pode usar as novas ferramentas da Tecnologia Síncrona para otimizar rapidamente os modelos para processos de produção. Processar os caminhos de ferramenta junto com uma programação NC interativa usando múltiplos processos de computação dobra a velocidade de programação. E as novas ferramentas de programação e pós-processamento o ajudam a aproveitar os principais recursos do controlador e da máquina de alta produtividade.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

FPT comemora eleição do T-Jet como motor do ano


A FPT comemorou com entusiasmo a eleição do Fire 1.4 T-Jet como motor do ano na categoria até 2 litros,durante a 43ª edição do prêmio Carro do Ano, promovido pela revista Auto Esporte, no dia 9 de novembro.
Os outros finalistas na disputa eram o Honda 2.0 VTEC (Civic Si); Mini/BMW 1.6 Turbo (Mini Cooper); Smart/Mercedes-Benz 1.0 Turbo (Smart); e Toyota 1.8 VVTi (Corolla).
João IrineuMedeiros, diretor de engenharia da FPT - Powertrain Technologies, explica que o Fire 1.4L 16v T-Jet fabricado na Itália foi trazido para o Brasil para equipar as versões top de linha dos veículos Linea e Punto, da Fiat.
Com 152 cavalos, a gasolina, o modelo segue o conceito de downzising, obtendo performances de motores maiores com sistemas de pequeno deslocamento graças à utilização da sobrealimentação com turbocompressor.
"O T-Jet oferece desempenho igual ou superior a outros propulsores 2.0 l ou 2.4 l disponíveis atualmente no mercado. Mesmo com grande potência, ele continua leve, com baixo consumo e índices de emissões de poluentes reduzidos" -- diz o engenheiro.
Com curva de torque praticamente plana e valor máximo de 21,1 kgm, a 2.500 rpm, o T-Jet é um motor esportivo e em 2010 equipará veículos do Trofeo Linea, que participarão do Racing Festival promovido pelo Grupo Fiat.
O motor foi adaptado pelo Centro de Engenharia da FPT, em Betim, MG, para rodar com a gasolina brasileira. "Foram 65 mil horas de trabalho de nossos engenheiros no Brasil e 5 mil horas de testes em dinamômetro com mais de cinquenta protótipos" - afirmou João Irineu, assegurando que o propulsor pode receber as recentes tecnologias MultiAir.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Equipe Solid Edge EESC USP, fica em terceiro na geral da Fórmula SAE.

Equipes da FEI e Facens vencem a Fórmula SAE

Equipe Solid Edge EESC USP, da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo foi considerada a melhor nos quesitos Apresentação e Inovação Tecnológica.

Estudantes de engenharia ganharam o direito de representar o Brasil em competições da SAE International em Michigan e na Califórnia, EUA, ao lado de equipes de vários países

São Paulo, 9 de novembro 2009 - A equipe Fórmula FEI, composta por 20 estudantes do Centro Universitário da FEI, sagrou-se tricampeã na VI Competição Fórmula SAE BRASIL-PETROBRAS, encerrada neste domingo, dia 8, no Campo de Provas da Goodyear, em Americana, SP. A equipe de São Bernardo do Campo obteve 808,96 pontos na classificação geral e foi seguida pela equipe V8, da Faculdade de Sorocaba (Facens), também paulista. A competição teve início na sexta-feira (6), com 16 carros, tipo Fórmula SAE, projetados e construídos por cerca de 200 estudantes de engenharia da Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraíba, Paraná e São Paulo.
A equipe Fórmula FEI alcançou a maior pontuação nas provas de Aceleração, Design, Skid Pad (teste de estabilidade e aceleração lateral do veículo) e no Enduro, onde o carro percorreu 22 km de circuito de cones em 21,5 minutos. Além do empenho da equipe e suporte dos professores, o capitão Lucas Kira atribuiu o resultado às inovações feitas no carro, que ganhou melhor distribuição do peso, com 218 kg. “Somos uma família e investimos em tecnologias, como sistema para aumentar o nível de informações entre o box e o carro na pista”, disse Lucas Kira. Ao comemorar o pódio, o estudante ressaltou que foi muito difícil ter um carro ao mesmo tempo rápido, confiável e seguro, capaz de vencer outras equipes também muito competitivas.
Sorocaba - Inovação e bom desempenho foram os pontos fortes do carro da equipe V8, segundo os juízes da competição, todos especialistas da indústria da mobilidade. O Fórmula SAE de Sorocaba apresentou um controle de arrancada que evita o carro derrapar na pista, além de um sistema de aquisição para captura de informações durante o enduro, prova disputada pela primeira vez este ano com dois carros na pista.

Vice-campeã, a equipe V8 foi considerada a melhor nas provas de Autocross e Consumo de Combustível. O carro consumiu apenas 3,21 litros para percorrer os 22 km do enduro, a última prova do domingo e a mais esperada pelos participantes e pelo público que prestigiou a competição.  
Com o resultado, as equipes Fórmula FEI e V8 ganharam o direito de representar o Brasil em 2010, nas competições realizadas pela SAE International, em Michigan e Califórnia, respectivamente. Equipe SOlid Edge 2009A terceira colocada em Americana foi a equipe Solid Edge EESC USP, da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo. A equipe foi considerada a melhor nos quesitos Apresentação e Inovação Tecnológica.

Além de troféus, as três equipes ganharam da Goodyear um jogo de pneus. A equipe Fórmula ainda recebeu como prêmio US$ 300 da SAE International, da qual a SAE BRASIL é afiliada. As empresas Multicorpos e Adapco presentearam também a equipe da FEI com treinamento de cinco dias sobre o software STAR CCM+ para cinco alunos.

No quesito Custos, a Competição Fórmula SAE apontou a equipe Ícaros, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a melhor entre as 16 equipes presentes, de um total de 20 equipes inscritas.

Inovação - Foram três dias de muita adrenalina, exposição de talentos, troca de conhecimentos sobre engenharia de veículos de alta velocidade e show de inovações tecnológicas, muitas delas desenvolvidas por meio de disciplinas típicas da área de desenvolvimento do produto e em pleno atendimento às normas técnicas usadas dentro do setor automotivo.

Os veículos denotaram crescente aplicação de sistemas de aquisição de dados (telemetria), que permitem a transmissão em tempo real para os boxes de importantes informações sobre o desempenho na pista para tomada por parte das decisões das equipes, como temperatura da água e motor, velocidade, posição do acelerador e esterçamento. Os juízes também notaram forte avanço de motores com injeção eletrônica, calibração de motores adaptada para o desempenho esperado do veículo e uso de circuitos eletrônicos dispostos de forma organizada e segura, prática hoje muita exigida pela indústria automobilística.

Seguindo o regulamento, os carros têm motores 4 tempos e cilindrada máxima de 610 cm³, os veículos Fórmula SAE surgiu na década de 1970, desde então  são projetados por estudantes de graduação e pós-graduação de engenharia, de acordo com regras definidas pela SAE International.

A mesma competição é realizada, também, nos Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Austrália. O Brasil passou a integrar o circuito em 2004. O objetivo é fomentar a especialização técnica da engenharia da mobilidade brasileira, em veículos de alto desempenho.

Besaliel Botelho, presidente da SAE BRASIL, conta que o Projeto Fórmula SAE é um dos programas de maior sucesso organizados pela associação na capacitação dos futuros engenheiros,  no qual estudantes são envolvidos em caso real de desenvolvimento de um veículo em todas as ações correlatas. "Além de praticarem os conceitos teóricos adquiridos em sala de aula, eles são submetidos às experiências da vida real, como trabalho em equipe, atendimento de prazos, busca de suporte financeiro para o projeto e diversas atividades, muitas em áreas não exploradas nos cursos  regulares, mas que incentivam a criatividade e o surgimento de lideranças", diz o presidente da SAE BRASIL.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Visão favorável para indústria nos próximos meses

A produção industrial (PIM) registrou alta de 0,8% em setembro frente a agosto, já descontando os efeitos sazonais, o que corresponde a uma retração de 7,8% em relação ao mesmo mês de 2008, como foi há pouco pelo IBGE. Os resultados ficaram abaixo das expectativas do mercado e das estimativas do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, que contemplavam alta de 1,7%1 e 1,6% na margem, respectivamente.
Com isso, a produção industrial acumulou no ano uma queda de 11,6%. Analisando os dados desagregadamente, o Bradesco destaca o arrefecimento da produção de bens duráveis e não duráveis e a aceleração dos bens de capital. A surpresa negativa veio dos bens intermediários, cuja queda se concentrou em alguns setores específicos (papel e celulose e refino de petróleo e álcool).
O avanço da indústria menor do que esperado em setembro não altera visão favorável para os próximos meses, segundo o Bradesco. Para os meses adiante, o banco acredita que, a despeito da pequena desaceleração do crescimento na margem, a tendência expansionista será mantida -- tendo como pilar o bom desempenho do mercado de trabalho e a preservação da renda dos consumidores brasileiros. O banco ressalta também que, somado a isso, é preciso considerar a elevação do nível da utilização da capacidade instalada em outubro, conforme Sondagem da indústria da FGV divulgada na semana passada. Diante desses elementos, o Bradesco mantém leitura positiva para a atividade doméstica, que começa a sinalizar um bom momento para os investimentos, e destaca que estes resultados são compatíveis com cenário de crescimento do PIB de 0,1% neste ano e de 5,4% em 2010.

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